quinta-feira, 8 de abril de 2010





Falo por aquilo que realmente sinto, aquilo que todos sentimos.
Do que temos medo de admitir, mas que está alí.
E INCRÍVEL!Não está escondido.

Falo da paixão sentida em duas semanas.
Falo da dor que não abre espaço para o choro.
Falo do choro que não dá espaço para as palavras.

Esse comum que assusta,que não é especial, mas é INTENSO,
que pode durar para sempre ou apenas por um instante.
Que acontece comigo, que o mundo todo não tem coragem de sentir e dizer.

(Ulhi Medeiros)

Um comentário:

  1. Como ja diria Clarice Lispector, "Eu não escrevo o que quero, escrevo o que sou...", acho que isso cabe perfeitamente a seus textos. Vê-se que eles vêm do coração, com uma intensidade fulminante. E concordo plenamente que escrever é falar pela alma...

    Parabens Ulhi, pena que so descobri agora seu talento na escrita...

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