
Nos enganar com nossas próprias conclusões é mais comum do que se imagina.
Mas há quem só faça isso, para alguém inteligente de própria condecoração se
achar surpreendente ou único é digno de fala,digno de seu próprio aviso, dizem:
"Amigos, não sou realmente imprevisível?".NÃO!Mas sim corajoso de dizer isso.
Ser um ludibriado possui vantagens, pois há quem realmente acredite
nessas mentiras, que dentro dele já fazem sentido e já são verdades.
Dentro dele há alguém que apoia essa decisão, dentro dele a consciência
diz sim para tudo aquilo que na verdade é negativo.
O não, não existe, apenas para as ideias "certas demais".Ele confunde precaver
com se prender, "tudo tá ótimo,tudo dará certo".Quando não tá, quando não dá...
inventa algo novo para sobrepor o que dito antes.Mas não adianta, quem convive
com um ludibriado se torna vidente sabe o fim de cada ideia mau elaborada, segue em frente
apenas para que no fim diga, "Eu não avisei?".
E a amizade continua, ele bobo por se enganar e nós aqui, que nem sempre avisamos, porque achamos
que irá aprender.Aprenderá?
O ludibriado muitas vezes não aprende, acomoda-se com o que acontece, deixa passar e esquece.
E esquecer não é deixar de amar, deixar de fazer é apenas não lembrar.Vem uma nova aventura,
um novo amor,novos tombos de mesmas quedas.Porque o ludiabriado esquece de vez as coisas,
esquece também de aprender e por isso erra de novo em erros antigos.
(Ulhi Medeiros)